Não sou a caçula das suas netas, nem a mais velha. Não vou parar para fazer a conta de quantas somos e qual meu lugar no ranking...
Apenas imagino que sou a que mais se parece com a D. Anastácia. Descendente de Poloneses, um quarto de sangue indigena. Brava, muito brava... Bondosa, muito bondosa. Insatisfeita com muitas coisas da vida dela. Mulher do começo do século passado, imagino que queria mais, muito mais do que obteve como mulher, mãe, esposa, dona de casa, os papeis que viveu.
E eu tenho todos esses sentimentos dentro de mim. E quando começo a me afundar neles, lembro-me dela e busco criar coragem e força para tentar fazer diferente, ser diferente. Encontrar o brilho, a alegria, a generosidade, a harmonia que sei fazer parte de mim. Deixando uma boa imagem, como ela deixou em mim.
Esse espaço serve para homenageá-la e pra percorrer os meus caminhos, tentar me entender e me mostrar um pouco mais.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
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